Intel® oferece cursos gratuitos no Diálogo TI

Intel Dialogo TI

A Intel® oferece dezenas de cursos em português e gratuitos através de seu portal de treinamentos Dialogo TI.
Os temas vão muito além de processadores, envolvendo diversas áreas de interesse para profissionais e empreendedores no segmento de tecnologia.

Na página http://dialogoti.intel.com/pt-br é possível ter acesso a treinamentos como Big Data, administração, segurança, ROI, terceirização, virtualização, storage, BI, economia de energia e computação em nuvem.
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Diferenças entre processadores Intel® Xeon® e Intel® Core

Diferenças entre Xeon e Core

Comumente usuários questionam quais as diferenças entre as linhas Intel® Core e Intel® Xeon®.

É importante ressaltar que ambas as linhas compartilham as micro-arquiteturas Intel® e, por isso, processadores com nomenclaturas diferentes são apresentados para os mesmos soquetes.

A vantagem de operarem sobre o mesmo soquete é que a linha Intel® Xeon® poderá operar em plataformas de desktop (no caso de Workstations, por exemplo).

Por ser uma plataforma voltada para uso em servidores, as diferenças mais notórias são:

Processadores Xeon® E5 permitem sistemas bi-processados (processadores a linha Core não permitem paralelismo);
Processadores Xeon® têm suporte a memórias com ECC;
Processadores Xeon® são destinados a ServerBoards, tendo suporte e compatibilidade com os chipsets de servidor;
Processadores Xeon® têm mais sensores térmicos (isso permite que monitorem e se ajustem a um regime mais severo de utilização, uma vez que servidores operam 24x7).
Processadores Xeon® E3 não são suportados sistemas bi-processados;

Além dos aspectos técnicos, o pós-venda também se diferencia, pois a garantia dos processadores Xeon® é tratada de maneira avançada.
Enquanto a linha Core segue o regime de garantia convencional (o processador com defeito é enviado à Intel® e aguarda a troca), já a linha Xeon® possui garantia avançada (uma vez aberto o chamado, a Intel® envia um processador para troca e, somente depois de trocado, é feita a devolução do processador com defeito).

Há, também, distinções na qualificação e certificação de pré-venda:
Empresas especializadas em Servidores e Workstations têm acesso a um programa de qualificação para integração de equipamentos com processadores Xeon®.
Já a linha Core i7, por ser destinada ao uso doméstico, depende apenas da qualificação do integrador; não havendo um conteúdo programático específico para integradores de desktops.

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Intel® 4004 completa 44 anos... E a história do nome Xeon®...

Intel 4004

Lançado em 15 de novembro de 1971, o Intel® 4004 foi o primeiro microprocessador em um chip simples disponível comercialmente.


Apesar de acharmos que a tecnologia lança produtos em uma velocidade impossível de ser acompanhada pelo mercado, a linha do tempo dos processadores Intel® mostra um alinhamento com as necessidades do mercado, lançando novos produtos conforme as necessidades de software evoluíam no ecossistema "PC".

Seu sucessor, o Intel® 8088 levou 10 anos para chegar ao mercado, precisamente em 1981.
Como, à época, a convivência de duas arquiteturas era uma necessidade do mercado de tecnologia, logo em 1982, foram lançados os processadores Intel® 80286 , como legítimos processadores em arquitetura 16bits.

Foram precisos mais 3 anos para que, em 1985, a Intel lançasse os processadores 80386, esses em arquitetura 32bits (novamente uma demanda do crescente mercado de software).
Somente após 4 anos, em 1989, foram lançados os processadores Intel® 80486.

Mais 4 anos se passam e, em março de 1993, a Intel® lança os aclamados processadores Pentium®, até hoje um nome marcante no mercado.

Segmentando uma linha de processadores para Servidores...
Em 1995 a Intel® apresenta uma linha de processadores com foco no mercado de servidores acessíveis, apresentando ao mercado a família Pentium PRO.

Intel Pentium PRO

Para nós, focados no segmento de servidores, esse foi o grande passo da Intel® no sentido de segmentar claramente para o mercado a existência de duas linhas distintas de processadores. Ao mercado de desktops, os processadores Pentium; para o mercado de servidores, o produto indicado seria a família Pentium PRO.

Com a entrada dos processadores Pentium II no mercado, em 1997, a designação PRO deu lugar à designação Xeon quando, em 1998, a Intel lançou os processadores Pentium II Xeon - mais uma vez indicando ao mercado que as famílias destinavam-se a usos diferentes, sendo o Pentium II um processador doméstico e o Pentium II Xeon um processador para uso em servidores.


Pentium II Xeon

Seguindo com a evolução, em 1999 a Intel apresentou seus processadores Pentium III e, no mesmo ano, diferencia a linha de servidores com os processadores Pentium III Xeon.

Pentium III Xeon

A partir do ano 2000 a Intel havia atingido seu objetivo de esclarecer ao mercado a diferenciação das marcas Pentium e Xeon e, nesse ano, lança os processadores Pentium 4 para o segmento doméstico.

Em 2001, para a linha de SERVIDORES, deixa de usar a nomenclatura Pentium (o nome natural seria Pentium 4 Xeon) e adota apenas a marca Xeon para seus processadores corporativos.


Nesse momento - para nós histórico - a Intel® deixa bem clara a diferença entre as duas marcas e, como vemos hoje, as duas famílias ocupam lugares específicos nas aplicações de usuários e empresas.

Os atuais processadores Core seguem como sendo os indicados para desktops, notebooks e workstations domesticas e a marca Xeon caminha ao lado, ocupando seu lugar em servidores e workstations profissionais.


E lá se vão 4 décadas!
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Banda Larga fixa atinge 24,9 milhões de domicílios no segundo trimestre de 2015


O país fechou o segundo trimestre de 2015 com 24,9 milhões de acessos de banda larga fixa (87 mil novas assinaturas em junho), cobrindo 37,68% dos domicílios brasileiros.

A alta se deu principalmente nas tecnologias cabo, fibra, LTE e WiMAX.

Entre as operadoras, ganharam mais clientes o grupo América Móvil (Net Serviços/Claro/Embratel) e a GVT.
O grupo América Movil lidera, com uma fatia de 31.57%, seguido pela Oi, com 25,84%.
A Telefônica recuou para 16,43% do mercado e a GVT avançou para 12,67%.
Agora juntas, Telefônica e GVT ocupariam a terceira posição, com 29,1% de market share.

Pequenos provedores respondem por 8,66% das conexões fixas, aumentando em participação em junho e demonstrando quão importantes são para o segmento de banda larga fixa no Brasil.

VelocidadeDomicílios
0Kbps a 512Kbps1.245
512kbps a 2Mbps7.835
2Mbps a 12 Mbps10.463
12Mbps a 34 Mbps4.318
acima de 34Mbps1.084
Total24.945

Conexões via par de cobre vêm perdendo mercado mas, com 53,29% das instalações, ainda predominam.
Conexões via cabo respondem por 32,19% dos acessos, registrando crescimento.
Ligações por fibras óticas passaram de 4,42% para 4,54% entre os meses de maio e junho.

TecnologiaDomicílios
xDSL13.292
Cable Modem8.029
Spread Spectrum1.485
Fibra1.133
Ethernet312
LTE240
ATM239
FWA83
Satélite65
HFC29
FR21
WiMAX14
MMDS3
Total24.945


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Escolas públicas terão prioridade para obtenção de material de informática apreendido pela Receita Federal

Contrabando de Memórias

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta substitutiva aos PLs 181/11, 212/11 e 2346/11 (já aprovada na Comissão de Educação da Câmara) que prioriza a doação de equipamentos de informática apreendidos pela Receita Federal para instituições de ensino federais, estaduais ou municipais.

Caberia à Receita Federal disponibilizar, via internet, uma lista dos equipamentos apreendidos, onde as escolas públicas teriam 15 dias úteis para manifestarem seu interesse pelos itens. Não havendo demanda das instituições de ensino e passado o prazo de 15 dias úteis, os produtos poderiam ser distribuídos para outras entidades sem fins lucrativos, como as OSCIPs (organizações da sociedade civil de interesse público).
"O ponto alto desse projeto é a transparência para que esse material apreendido e recolhido tenha ampla divulgação, a fim de que esses entes possam postular a obtenção desses materiais, que poderiam até ser incinerados. O que se está priorizando é a educação. Se não houver demanda por parte das entidades públicas, o projeto prevê a abrangência para as Oscips, ou seja, há sempre uma ação comunitária, mas com ordem de prioridade focada fundamentalmente nos entes públicos" - destaca o relator da proposta, deputado Waldir Maranhão (PP-MA).

Engenheiro desenvolve "drone ambulância"

Alex Momont - Drone Ambulância

O engenheiro Alex Momont, aluno da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, desenvolveu um drone-ambulância que, pela eficiência de deslocamento, elevaria os índices de sobrevivência em resgates médicos cardíacos em até 80% dos casos.