Que venha 2016!

Que venha 2016!

Desejamos que o ano de 2016 venha repleto de sucesso, paz e alegria. Que sonhos sejam perseguidos e realizados; que a saúde esteja sempre presente, que a harmonia e a felicidade sejam uma constante em todos os dias desse novo ano.

"Sucesso é quando você abre menos planilhas e mais champanhes"

E esses são nossos votos para o Ano Novo! Que todos possam celebrar vitórias, conquistas e, sobretudo, a felicidade.

Que venha 2016!
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COMUNICADO: Recesso de Final de Ano

Recesso de Final de Ano
Recesso de Final de Ano
Comunicamos aos nossos usuários, clientes, fornecedores e colaboradores que estaremos em recesso entre os dias 23 de Dezembro de 2015 e 03 de Janeiro de 2016.

Retornaremos nossas atividades normais em 04 de Janeiro de 2016 (segunda-feira).


Durante o recesso é possível que ocorram atrasos às respostas de suporte, cotações online e/ou dúvidas comerciais. 
Pedidos online somente serão processados a partir de 04 de Janeiro de 2016 (segunda-feira).
Pedimos desculpas por eventuais inconvenientes e contamos com sua compreensão.

"A simplicidade é o último grau de sofisticação"
Leonardo da Vinci

Desejamos a todos um 2016 mais simples, repleto de felicidade nas coisas mais simples da vida!

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Começa o verão: Um alerta sobre temperatura de servidores

Cubo de Gelo
Em 21 de dezembro começa o verão e, com ele, a estação de altas temperaturas.

Como já relatamos em outras postagens, nos meses de outono e inverno analisamos nosso relatório de chamados ao suporte e constatamos que não houve nenhum chamado referente a temperatura.
Ou seja, durante as estações frias nenhum usuário abriu um chamado por indicação de beeps do servidor, alertas térmicos ou avaliação do nosso atendente técnico (com base na anamnese).

Simplesmente nenhuma ocorrência de problema com origem térmica.

Solução Térmica Intel BXSTS200C
Então chega o verão!
É importante dividirmos essas informações com nossos usuários e alertá-los para o fato de que um servidor não pode alarmar no verão e NÃO alarmar no inverno!
Afinal, se o datacenter, CPD ou sala de servidores possui (realmente) temperatura controlada, essa temperatura será sempre a mesma (internamente), seja outono ou inverno, seja primavera ou verão.

Não importa se os termômetros de rua estão marcando 40ºC no verão ou 10ºC no inverno! A temperatura interna no datacenter deveria, sempre, ser a mesma (variando conforme a possibilidade de cada um, em geral, de +16ºC a +25ºC).

Reforçamos: Se um parque de servidores passa estável e sem alarmes durante os meses de outono e inverno, é obrigatório enfrentem os meses de verão sob a mesma temperatura ambiente. Não importa a mudança de estação.

Datacenter

Melhorar a refrigeração do Datacenter ou CPD... A hora é agora!
Se os equipamentos apresentaram alertas térmicos durante as estações quentes e se mantiveram estáveis e controlados durante as estações mais frias, esse é um indicativo de que os sistemas de refrigeração do ambiente não foram suficientemente dimensionados para as necessidades térmicas.

Aproveitar essa época de temperaturas ainda amenas para providenciar melhorias nos sistemas de refrigeração do seu datacenter, CPD ou sala de servidores é altamente indicada.

Com temperaturas naturalmente mais baixas é bem mais simples desligar alguns sistemas para realizar melhorias, troca de aparelhos, manutenção, desobstrução, recargas, etc.

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Sandvine divulga relatório sobre tráfego de internet

Sandvine - Tráfego de Internet

A empresa de banda larga Sandvine apresentou seu relatório "Global Internet Phenomena". O estudo aponta tendências inegáveis, como o crescimento meteórico do consumo de vídeo via Netflix e Youtube que, combinados, representam 51% de todo o tráfego agregado (upstream + downstream).

Em 2015 o segmento de streaming mais que dobrou a porcentagem de tráfego de internet em relação à cinco anos atrás.
Esse indicativo demonstra de forma clara a necessidade mandatória por servidores de cache nos ISPs nacionais, exaustivamente planejados e bem dimensionados.

Ressaltamos, por nossa conta, um indicador que vem crescendo em ritmo alarmante em diversos de nossos usuários de cache: vídeo via WhatsApp.
Diversos administradores de ISPs já apontam o tráfego de vídeo via WhatsApp como sendo a maior fatia de seu consumo de banda e, como o perfil de propagação do aplicativo segue, fortemente, a tendência de conteúdo repetido, um servidor de cache demonstra enorme preservação de banda através do conteúdo já em cache!


Fonte: sandvine.com/trends/global-internet-phenomena

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ALERTA: Cresce o volume de SSDs falsificados à venda no Brasil

SSD Kingston

Lamentavelmente as revendas autorizadas Kingston têm notado uma enxurrada de unidades SSD falsificadas sendo comercializadas no Brasil.
Marcas notórias sempre foram alvo de pirataria/falsificação e o mercado de tecnologia não é diferente.

O consumidor que transita em áreas povoadas por vendedores ambulantes ilegais percebe a enorme quantidade de pen-drives falsos com a marca Kingston. São produtos de baixíssima qualidade, simplesmente decorados com um adesivo e/ou silk da marca.

O mesmo vem acontecendo com unidades de SSD
Drives de baixíssima qualidade estão infestando as ofertas online, principalmente em sites de empresas de "baixa confiabilidade", ofertas por e-mail e marketplaces que fomentam a venda entre pessoas-para-pessoas, como Mercado Livre e OLX.

Recesso: Feriado do Dia da Consciência Negra

Recesso de Feriado
Feriado de 20 de novembro

Comunicamos aos nossos usuários, clientes, fornecedores e colaboradores que não haverá expediente no dia 20 de novembro de 2015 (sexta-feira), em virtude do feriado estadual do Dia da Consciência Negra.

Retornaremos nossas atividades normais em 23 de novembro (segunda-feira).

Durante o recesso é possível que ocorram atrasos às respostas de suporte, cotações online e/ou dúvidas comerciais.
Pedidos online somente serão processados a partir do dia 23 de Novembro, segunda-feira.

Pedimos desculpas por eventuais inconvenientes e contamos com sua compreensão.

Wikipedia: Dia da Consciência Negra

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Por que a Sinco não comercializa o Xeon® E5-2609V3?

Por que a Sinco não comercializa o Xeon® E5-2609V3?

Alguns usuários nos questionam por que não oferecemos o modelo de entrada da família Xeon® E5-V3, o modelo 2609V3.
Em uma análise superficial, o que chama a atenção do usuário é a diferença de clock, baixando dos 2.40GHz oferecidos no modelo E5-2620V3 para 1.90GHz no modelo E5-2609V3 (26%).

Entretanto, analisando mais profundamente os modelos, evidenciamos que a principal diferença entre esses processadores é o fato do Xeon® E5-2609V3, sendo um modelo econômico, ser desprovido da tecnologia Hyper-Threading (6C/12T).

Usando como referência o PassMark CPU, o software de benchmark mais adotado pelo segmento, o processador Xeon® E5-2609V3 tem índice 5878, já o Xeon® E5-2620V3 têm índice 9981.
Ou seja, nessa comparação a vantagem do processador com tecnologia HT é perceptível, indicando 69% a mais de desempenho para o Xeon® E5-2620V3.

 CPU Mark Rating

Referência: https://www.cpubenchmark.net/compare.php?cmp[]=2427&cmp[]=2418

PassMark CPU

44 anos do Intel® 4004 e a história do nome Xeon®

Intel 4004

Lançado em 15 de novembro de 1971, o Intel® 4004 foi o primeiro microprocessador em um chip simples disponível comercialmente.

Apesar de acharmos que a tecnologia lança produtos em uma velocidade impossível de ser acompanhada pelo mercado, a linha do tempo dos processadores Intel® mostra um alinhamento com as necessidades do mercado, lançando novos produtos conforme as necessidades de software evoluíam no ecossistema "PC".

Seu sucessor, o Intel® 8088 levou 10 anos para chegar ao mercado, precisamente em 1981.

Como, à época, a convivência de duas arquiteturas era uma necessidade do mercado de tecnologia, logo em 1982, foram lançados os processadores Intel® 80286, como legítimos processadores em arquitetura 16bits.

Foram precisos mais 3 anos para que, em 1985, a Intel® lançasse os processadores 80386 (386) esses em arquitetura 32bits (novamente uma demanda do crescente mercado de software).

Somente após 4 anos, em 1989, foram lançados os processadores Intel® 80486 (486).

Mais 4 anos se passam e, em março de 1993, a Intel® lança os aclamados processadores Pentium®, até hoje um nome marcante no mercado.

Segmentando uma linha de processadores para Servidores...

Em 1995 a Intel® apresenta uma linha de processadores com foco no mercado de servidores acessíveis, apresentando ao mercado a família Pentium® PRO.

Intel Pentium PRO

Para nós, focados no segmento de servidores, esse foi o grande passo da Intel® no sentido de segmentar claramente para o mercado a existência de duas linhas distintas de processadores. 
Ao mercado de desktops, os processadores Pentium; para o mercado de servidores, o produto indicado seria a família Pentium® PRO.

Com a entrada dos processadores Pentium II no mercado, em 1997, a designação PRO deu lugar à designação Xeon quando, em 1998, a Intel® lançou os processadores Pentium II Xeon - mais uma vez indicando ao mercado que as famílias destinavam-se a usos diferentes, sendo o Pentium II um processador doméstico e o Pentium II Xeon um processador para uso em servidores.


Seguindo com a evolução, em 1999 a Intel® apresentou seus processadores Pentium III e, no mesmo ano, diferencia a linha de servidores com os processadores Pentium III Xeon.


A partir do ano 2000 a Intel® havia atingido seu objetivo de esclarecer ao mercado a diferenciação das marcas Pentium e Xeon e, nesse ano, lança os processadores Pentium 4 para o segmento doméstico.

Em 2001, para a linha de SERVIDORES, deixa de usar a nomenclatura Pentium (o nome natural seria Pentium 4 Xeon) e adota apenas a marca Xeon para seus processadores corporativos.

Intel Xeon 4-CoreIntel Xeon 4-CoreIntel Xeon 4-Core

Nesse momento - para nós histórico - a Intel® deixa bem clara a diferença entre as duas marcas e, como vemos hoje, as duas famílias ocupam lugares específicos nas aplicações de usuários e empresas.

Os atuais processadores Core (i3, i5, i7) e seguem como sendo os indicados para desktops, notebooks e workstations domesticas e a marca Xeon caminha ao lado, ocupando seu lugar em servidores e workstations profissionais.

E lá se vão 4 décadas!

Referências de Consumo para Servidores Dual Xeon® E5-2600V3 Cottonwood Pass V3

 Referências de Consumo para Servidores Dual Xeon® E5-2600V3 Cottonwood Pass V3

Apresentamos as referências de consumo para Servidores Cottonwood Pass V3 baseadas nos processadores Intel® Xeon® E5-2600 v3 (6-Core / 8-Core / 10-Core / 12-Core).

Além de servir como referência para custos de propriedade, essa informação é fundamental para que o gestor possa dimensionar adequadamente um nobreak, a própria rede elétrica, além de ser uma informação cobrada pelos principais datacenters do país. Lamentavelmente essa referência de consumo é muitas vezes omitida pelos principais fabricantes do mercado brasileiro.

Seguindo a metodologia adotada em ensaios anteriores, arbitramos uma configuração e medimos o consumo máximo alcançado pelo sistema completo - com 100% de uso de CPU e varredura total dos discos (em simultâneo ao uso de CPU).

HD cheio deixa o servidor lento?

HD cheio deixa o servidor lento?

Muito usuários percebem que o desempenho de I/O em seus equipamentos vai se degradando ao longo do tempo, mas nem todos compreendem a razão pela qual os discos com alta ocupação são tão afetados.

Os gráficos não mentem:
Na imagem abaixo apresentamos um teste de desempenho de HD realizado pelo HD Tune em um HDD Seagate® Skyhawk AI de 14 TB.
É possível notar que a taxa de transferência (representada pela linha azul) cai conforme a varredura percorre toda a unidade.
A taxa mais alta, obtida no início do disco rígido é de 257,8MB/s e a mais baixa, percebida no final do HD, é de 109,3MB/s, ou seja, o centro do disco tem menos que a metade do desempenho da sua borda externa.

HD cheio deixa o servidor lento?

Esse teste já foi realizado em diversas postagens em nossa página e, em todas elas, a linha aponta a queda de desempenho quando a unidade passa dos 60% do disco. (listamos outros exemplos no final dessa postagem).

As trilhas são MAIORES na borda e MENORES no centro
Essa perda de desempenho ocorre porque os discos rígidos têm uma rotação constante, por exemplo, 7200RPM, mas as trilhas possuem comprimentos diferentes.
As trilhas externas dos discos são mais longas; as internas são mais curtas (conforme pode ser percebido na imagem abaixo, comparando Track 0 e Track 3).

Trilhas de HD

O tempo que um HD leva para percorrer uma volta (1 rotação) é sempre o mesmo, entretanto, a quantidade de dados que podem ser lidos/gravados varia de acordo com o tamanho linear da trilha em questão.
Assim, ao completar uma volta sobre as trilhas mais externa do disco, uma longa quantidade de dados será lida/gravada;
Já, ao completar uma mesma volta sobre as trilhas mais centrais (parte interna do círculo) do disco, uma quantidade bem mais curta (menor) de dados será lida/gravada.

Particionar é uma opção
Nas décadas passadas era cotidiano que administradores criassem partições em seus HDs e destinassem as primeiras (melhores) para as aplicações mais exaustivas; deixando as últimas para repositório de dados menos críticos.
Esse conceito de áreas Quentes e Frias é amplamente adotada em projetos de armazenagem e, até hoje, o particionamento de discos é um fator determinante para que a área com melhor performance de I/O seja preservada para as aplicações mais críticas.

Ocupando as piores trilhas com o passar do tempo
Usuários que não planejam e movimentam seus dados acabam ocupando seus discos de maneira linear, conforme o tempo vai passando.
O risco dessa ocupação é que os dados mais antigos foram ocupando a melhor área do disco (o início), enquanto os dados mais novos vão sendo gravados em direção ao centro (onde estão as trilhas com PIOR desempenho).
Esse cenário deixa o usuário com um disco "invertido", onde os dados menos acessados estão na melhor área e os dados mais acessados no local de pior desempenho.

A partir de 60% de ocupação o desempenho é degradado
Muitos usuários não monitoram a ocupação de seus discos (já mencionamos a ferramenta Netwrix Disk Space Monitor aqui no Blog) e acabam ultrapassando os 60% de ocupação de suas unidades.
Se a política de renovação de hardware não permite ao administrador que invista em unidades maiores (e melhores) ao longo do ciclo de uso do equipamento então, ao menos, é mandatório que o gestor desses dados tenha uma rotina eficaz de deduplicação, limpeza de arquivos, compactação de repositórios e administração de partições.
Não custa recordar: Os dois primeiros terços de um disco rígido sempre entregarão o melhor desempenho. Com isso, é preciso ter em mente que os dados armazenados após 60% da capacidade dos discos serão alojados em áreas de baixa performance.

Percepção de Desempenho
Ou seja, um HDD com alta ocupação não se torna lento, mas os dados começam a preencher as áreas com pior desempenho e, por isso, o usuário tem a percepção de desempenho degradado.

SSDs não têm trilhas
Unidades de Estado Sólido (SSD) não adotam o sistema de Trilhas/RPM, sendo construídas por um empilhamento de módulos de memória Flash.
Como se pode notar na imagem abaixo, a taxa de transferência obtida em um SSD (representada pela linha azul) varia de 352,7MB/s a 319,8MB/s, mantendo-se praticamente linear com o topo do desempenho.
Essa característica é um ponto muito positivo em favor das unidades SSD, pois o desempenho será sempre o mesma, independente do limite de sua capacidade.

Kingston SSD SV300S37A/240G, sem RAID

Outros testes de I/O
Comparando RAID-1 e RAID-10 (Dez/2014)
Comparando RAID-1 e RAID-10 (Fev/2014)
Comparativo HDs Seagate 2TB em portas SATA6Gbps vs. SATA3Gbps (Set/2011)
Comparando RAID-1 e RAID-10 (Out/2010)
Performance em RAID-50 comparando SATA 3Gbps e SATA 6Gbps (Abr/2011)
Comparando desempenho de SSDs em RAID (Dez/2014)
Comparando desempenho de SSDs em RAID-0 (Jan/2014)

Intel Innovation Week 2015

Intel Innovation Week 2015

Em 04 e 05 de novembro a Intel realiza, em São Paulo, o Intel Innovation Week 2015.
O evento recebe mais de 1500 visitantes e conta com apresentações dos principais executivos mundiais do fabricante.

Intel Innovation Week 2015


Referências de Consumo para Servidores Pentium® G3250 Rainbow Pass

Servidores Rainbow Pass com Pentium® G3250  Servidores Rainbow Pass com Pentium® G3250

Publicamos uma avaliação com os resultados obtidos em medição de consumo energético dos servidores Rainbow Pass baseados em processadores Intel® Pentium® G3250 (3.2GHz).

Esse dado, infelizmente, é muitas vezes omitido pelos principais fabricantes do mercado brasileiro. Além de servir como referência para custos de propriedade, essa informação é fundamental para que o usuário possa dimensionar adequadamente um no-break, a própria rede elétrica, além de ser uma informação cobrada pelos principais datacenters do país.