Por que a Sinco não comercializa o Xeon® E5-2609V3?

Por que a Sinco não comercializa o Xeon® E5-2609V3?

Alguns usuários nos questionam por que não oferecemos o modelo de entrada da família Xeon® E5-V3, o modelo 2609V3.
Em uma análise superficial, o que chama a atenção do usuário é a diferença de clock, baixando dos 2.40GHz oferecidos no modelo E5-2620V3 para 1.90GHz no modelo E5-2609V3 (26%).

Entretanto, analisando mais profundamente os modelos, evidenciamos que a principal diferença entre esses processadores é o fato do Xeon® E5-2609V3, sendo um modelo econômico, ser desprovido da tecnologia Hyper-Threading (6C/12T).

Usando como referência o PassMark CPU, o software de benchmark mais adotado pelo segmento, o processador Xeon® E5-2609V3 tem índice 5878, já o Xeon® E5-2620V3 têm índice 9981.
Ou seja, nessa comparação a vantagem do processador com tecnologia HT é perceptível, indicando 69% a mais de desempenho para o Xeon® E5-2620V3.

 CPU Mark Rating

Referência: https://www.cpubenchmark.net/compare.php?cmp[]=2427&cmp[]=2418

PassMark CPU

44 anos do Intel® 4004 e a história do nome Xeon®

Intel 4004

Lançado em 15 de novembro de 1971, o Intel® 4004 foi o primeiro microprocessador em um chip simples disponível comercialmente.

Apesar de acharmos que a tecnologia lança produtos em uma velocidade impossível de ser acompanhada pelo mercado, a linha do tempo dos processadores Intel® mostra um alinhamento com as necessidades do mercado, lançando novos produtos conforme as necessidades de software evoluíam no ecossistema "PC".

Seu sucessor, o Intel® 8088 levou 10 anos para chegar ao mercado, precisamente em 1981.

Como, à época, a convivência de duas arquiteturas era uma necessidade do mercado de tecnologia, logo em 1982, foram lançados os processadores Intel® 80286, como legítimos processadores em arquitetura 16bits.

Foram precisos mais 3 anos para que, em 1985, a Intel® lançasse os processadores 80386 (386) esses em arquitetura 32bits (novamente uma demanda do crescente mercado de software).

Somente após 4 anos, em 1989, foram lançados os processadores Intel® 80486 (486).

Mais 4 anos se passam e, em março de 1993, a Intel® lança os aclamados processadores Pentium®, até hoje um nome marcante no mercado.

Segmentando uma linha de processadores para Servidores...

Em 1995 a Intel® apresenta uma linha de processadores com foco no mercado de servidores acessíveis, apresentando ao mercado a família Pentium® PRO.

Intel Pentium PRO

Para nós, focados no segmento de servidores, esse foi o grande passo da Intel® no sentido de segmentar claramente para o mercado a existência de duas linhas distintas de processadores. 
Ao mercado de desktops, os processadores Pentium; para o mercado de servidores, o produto indicado seria a família Pentium® PRO.

Com a entrada dos processadores Pentium II no mercado, em 1997, a designação PRO deu lugar à designação Xeon quando, em 1998, a Intel® lançou os processadores Pentium II Xeon - mais uma vez indicando ao mercado que as famílias destinavam-se a usos diferentes, sendo o Pentium II um processador doméstico e o Pentium II Xeon um processador para uso em servidores.


Seguindo com a evolução, em 1999 a Intel® apresentou seus processadores Pentium III e, no mesmo ano, diferencia a linha de servidores com os processadores Pentium III Xeon.


A partir do ano 2000 a Intel® havia atingido seu objetivo de esclarecer ao mercado a diferenciação das marcas Pentium e Xeon e, nesse ano, lança os processadores Pentium 4 para o segmento doméstico.

Em 2001, para a linha de SERVIDORES, deixa de usar a nomenclatura Pentium (o nome natural seria Pentium 4 Xeon) e adota apenas a marca Xeon para seus processadores corporativos.

Intel Xeon 4-CoreIntel Xeon 4-CoreIntel Xeon 4-Core

Nesse momento - para nós histórico - a Intel® deixa bem clara a diferença entre as duas marcas e, como vemos hoje, as duas famílias ocupam lugares específicos nas aplicações de usuários e empresas.

Os atuais processadores Core (i3, i5, i7) e seguem como sendo os indicados para desktops, notebooks e workstations domesticas e a marca Xeon caminha ao lado, ocupando seu lugar em servidores e workstations profissionais.

E lá se vão 4 décadas!

Referências de Consumo para Servidores Dual Xeon® E5-2600V3 Cottonwood Pass V3

 Referências de Consumo para Servidores Dual Xeon® E5-2600V3 Cottonwood Pass V3

Apresentamos as referências de consumo para Servidores Cottonwood Pass V3 baseadas nos processadores Intel® Xeon® E5-2600 v3 (6-Core / 8-Core / 10-Core / 12-Core).

Além de servir como referência para custos de propriedade, essa informação é fundamental para que o gestor possa dimensionar adequadamente um nobreak, a própria rede elétrica, além de ser uma informação cobrada pelos principais datacenters do país. Lamentavelmente essa referência de consumo é muitas vezes omitida pelos principais fabricantes do mercado brasileiro.

Seguindo a metodologia adotada em ensaios anteriores, arbitramos uma configuração e medimos o consumo máximo alcançado pelo sistema completo - com 100% de uso de CPU e varredura total dos discos (em simultâneo ao uso de CPU).

HD cheio deixa o servidor lento?

HD cheio deixa o servidor lento?

Muito usuários percebem que o desempenho de I/O em seus equipamentos vai se degradando ao longo do tempo, mas nem todos compreendem a razão pela qual os discos com alta ocupação são tão afetados.

Os gráficos não mentem:
Na imagem abaixo apresentamos um teste de desempenho de HD realizado pelo HD Tune em um HDD Seagate® Skyhawk AI de 14 TB.
É possível notar que a taxa de transferência (representada pela linha azul) cai conforme a varredura percorre toda a unidade.
A taxa mais alta, obtida no início do disco rígido é de 257,8MB/s e a mais baixa, percebida no final do HD, é de 109,3MB/s, ou seja, o centro do disco tem menos que a metade do desempenho da sua borda externa.

HD cheio deixa o servidor lento?

Esse teste já foi realizado em diversas postagens em nossa página e, em todas elas, a linha aponta a queda de desempenho quando a unidade passa dos 60% do disco. (listamos outros exemplos no final dessa postagem).

As trilhas são MAIORES na borda e MENORES no centro
Essa perda de desempenho ocorre porque os discos rígidos têm uma rotação constante, por exemplo, 7200RPM, mas as trilhas possuem comprimentos diferentes.
As trilhas externas dos discos são mais longas; as internas são mais curtas (conforme pode ser percebido na imagem abaixo, comparando Track 0 e Track 3).

Trilhas de HD

O tempo que um HD leva para percorrer uma volta (1 rotação) é sempre o mesmo, entretanto, a quantidade de dados que podem ser lidos/gravados varia de acordo com o tamanho linear da trilha em questão.
Assim, ao completar uma volta sobre as trilhas mais externa do disco, uma longa quantidade de dados será lida/gravada;
Já, ao completar uma mesma volta sobre as trilhas mais centrais (parte interna do círculo) do disco, uma quantidade bem mais curta (menor) de dados será lida/gravada.

Particionar é uma opção
Nas décadas passadas era cotidiano que administradores criassem partições em seus HDs e destinassem as primeiras (melhores) para as aplicações mais exaustivas; deixando as últimas para repositório de dados menos críticos.
Esse conceito de áreas Quentes e Frias é amplamente adotada em projetos de armazenagem e, até hoje, o particionamento de discos é um fator determinante para que a área com melhor performance de I/O seja preservada para as aplicações mais críticas.

Ocupando as piores trilhas com o passar do tempo
Usuários que não planejam e movimentam seus dados acabam ocupando seus discos de maneira linear, conforme o tempo vai passando.
O risco dessa ocupação é que os dados mais antigos foram ocupando a melhor área do disco (o início), enquanto os dados mais novos vão sendo gravados em direção ao centro (onde estão as trilhas com PIOR desempenho).
Esse cenário deixa o usuário com um disco "invertido", onde os dados menos acessados estão na melhor área e os dados mais acessados no local de pior desempenho.

A partir de 60% de ocupação o desempenho é degradado
Muitos usuários não monitoram a ocupação de seus discos (já mencionamos a ferramenta Netwrix Disk Space Monitor aqui no Blog) e acabam ultrapassando os 60% de ocupação de suas unidades.
Se a política de renovação de hardware não permite ao administrador que invista em unidades maiores (e melhores) ao longo do ciclo de uso do equipamento então, ao menos, é mandatório que o gestor desses dados tenha uma rotina eficaz de deduplicação, limpeza de arquivos, compactação de repositórios e administração de partições.
Não custa recordar: Os dois primeiros terços de um disco rígido sempre entregarão o melhor desempenho. Com isso, é preciso ter em mente que os dados armazenados após 60% da capacidade dos discos serão alojados em áreas de baixa performance.

Percepção de Desempenho
Ou seja, um HDD com alta ocupação não se torna lento, mas os dados começam a preencher as áreas com pior desempenho e, por isso, o usuário tem a percepção de desempenho degradado.

SSDs não têm trilhas
Unidades de Estado Sólido (SSD) não adotam o sistema de Trilhas/RPM, sendo construídas por um empilhamento de módulos de memória Flash.
Como se pode notar na imagem abaixo, a taxa de transferência obtida em um SSD (representada pela linha azul) varia de 352,7MB/s a 319,8MB/s, mantendo-se praticamente linear com o topo do desempenho.
Essa característica é um ponto muito positivo em favor das unidades SSD, pois o desempenho será sempre o mesma, independente do limite de sua capacidade.

Kingston SSD SV300S37A/240G, sem RAID

Outros testes de I/O
Comparando RAID-1 e RAID-10 (Dez/2014)
Comparando RAID-1 e RAID-10 (Fev/2014)
Comparativo HDs Seagate 2TB em portas SATA6Gbps vs. SATA3Gbps (Set/2011)
Comparando RAID-1 e RAID-10 (Out/2010)
Performance em RAID-50 comparando SATA 3Gbps e SATA 6Gbps (Abr/2011)
Comparando desempenho de SSDs em RAID (Dez/2014)
Comparando desempenho de SSDs em RAID-0 (Jan/2014)

Intel Innovation Week 2015

Intel Innovation Week 2015

Em 04 e 05 de novembro a Intel realiza, em São Paulo, o Intel Innovation Week 2015.
O evento recebe mais de 1500 visitantes e conta com apresentações dos principais executivos mundiais do fabricante.

Intel Innovation Week 2015


Referências de Consumo para Servidores Pentium® G3250 Rainbow Pass

Servidores Rainbow Pass com Pentium® G3250  Servidores Rainbow Pass com Pentium® G3250

Publicamos uma avaliação com os resultados obtidos em medição de consumo energético dos servidores Rainbow Pass baseados em processadores Intel® Pentium® G3250 (3.2GHz).

Esse dado, infelizmente, é muitas vezes omitido pelos principais fabricantes do mercado brasileiro. Além de servir como referência para custos de propriedade, essa informação é fundamental para que o usuário possa dimensionar adequadamente um no-break, a própria rede elétrica, além de ser uma informação cobrada pelos principais datacenters do país.

e-Book gratuito: The Unofficial Official VCP6 - DCV Study Guide

VEEAM e-book The Unofficial Official VCP6 - DCV Study Guide

A Veeam é uma softwarehouse que oferece soluções de backup e gerenciamento para Hyper-V e VMware.
A empresa disponibilizou o e-book gratuito The Unofficial Official VCP6 - DCV Study Guide (163 páginas).

Referências de Consumo para DeskServers Pentium® G3250 Elkhorn Creek

DeskServers Elkhorn Creek Pentium® G3250  DeskServers Elkhorn Creek Pentium® G3250

Publicamos uma avaliação com os resultados obtidos em medição de consumo energético dos DeskServers baseados em processadores Intel® Pentium® G3250 (Dual Core 3.2GHz).

Esse dado, por muitas vezes, é omitido pelos principais fabricantes do mercado brasileiro.
Além de servir como referência para custos de propriedade, essa informação é fundamental para que o usuário possa dimensionar adequadamente um no-break, a própria rede elétrica, além de ser uma informação cobrada pelos principais datacenters do país.

Referências de Consumo para Servidores Xeon® E3-1200V3 Rainbow Pass

Consumo de Servidores Rainbow Pass

Publicamos uma avaliação com os resultados obtidos em medição de consumo energético dos servidores baseados em processadores Intel® Xeon® E3-1271V3 (3.6GHz com HT).
Esse dado, infelizmente, é muitas vezes omitido pelos principais fabricantes do mercado brasileiro. Além de servir como referência para custos de propriedade, essa informação é fundamental para que o usuário possa dimensionar adequadamente um no-break, a própria rede elétrica, além de ser uma informação cobrada pelos principais datacenters do país.

Começa a primavera: Um alerta sobre temperatura de servidores

Primavera

Em 23 de setembro começa a primavera e, com ela, o início de um ciclo de altas temperaturas.
Até então, nos meses de outono e inverno, analisamos nosso relatório de chamados ao suporte e constatamos que não houve nenhum chamado referente a temperatura nas últimas 8 semanas.

Ou seja, durante as estações frias nenhum usuário abriu um chamado por indicação de beeps do servidor, alertas térmicos ou avaliação do nosso atendente técnico (com base na anamnese).

Simplesmente nenhuma ocorrência de problema com origem térmica.

Dia Mundial Sem Carro

TI Verde
Hoje acontece uma grande mobilização chamada "Dia Mundial sem Carro".
Assuntos como sustentabilidade, ecologia, efeito estufa e aquecimento global são muito comentados, mas acabamos deixando passar despercebidas as aplicações desses conceitos no nosso dia a dia.

Por sermos uma empresa de servidores, notamos um crescimento vigoroso na busca por TI Verde nos últimos anos. A boa notícia é que sua empresa não precisa ser uma militante ecológica para enxergar as vantagens dessa tendência. 
TI Verde, além de colaborar com ações sustentáveis, impacta diretamente em economia!

Tutorial: Montagem de volume RAID em controladoras Intel® RMS25KB080 (Kohala Beach)

RMS25KB080 - Kohala Beach

Siga os seguintes passos para habilitar a opção RAID em servidores baseados nas controladoras Intel® RMS25KB080 (Kohala Beach) em ambientes VMware® ESX, Microsoft® Windows Server, Red Hat® Enterprise Linux e SuSe® Linux.


Comunicado sobre atrasos durante a Greve dos Correios

Correios em Greve

Mais uma vez o mês de setembro é marcado pela greve dos funcionários dos Correios.

Atrasos certamente ocorrerão nos próximos dias, porém, quanto à preocupação com o extravio de cargas, reiteramos que TODAS as mercadorias despachadas pela SINCO são seguradas no ato da postagem e, na eventualidade de um extravio/dano/furto, não há risco de prejuízo financeiro.

Alertamos que o serviço de Sedex-10 está suspenso por tempo indeterminado.

Dia do Programador, o 256º dia do ano

Cafeína

Em 13 de setembro é comemorado o Dia do Programador, o 256º dia do ano.
Em anos bissextos a data é celebrada em 12 de setembro para que seja mantida no 256º dia.

Memórias Kingston® em momento oportuno. Mais RAM no seu servidor.

 Kingston
Mesmo com a variação cambial ao longo do ano, o custo dos módulos Kingston® com ECC tem se mantido estável em Reais, uma vez que a queda no custo em dólares vem compensando a proporção em Reais.

Essa estabilidade de valores torna o momento muito oportuno para incrementar a memória de servidores da linha Rainbow Pass com Intel® Xeon® E3-V3.


Intel® oferece cursos gratuitos no Diálogo TI

Intel Dialogo TI

A Intel® oferece dezenas de cursos em português e gratuitos através de seu portal de treinamentos Dialogo TI.
Os temas vão muito além de processadores, envolvendo diversas áreas de interesse para profissionais e empreendedores no segmento de tecnologia.

Na página http://dialogoti.intel.com/pt-br é possível ter acesso a treinamentos como Big Data, administração, segurança, ROI, terceirização, virtualização, storage, BI, economia de energia e computação em nuvem.
Visite Sinco.net

Diferenças entre processadores Intel® Xeon® e Intel® Core

Diferenças entre Xeon e Core

Comumente usuários questionam quais as diferenças entre as linhas Intel® Core e Intel® Xeon®.

É importante ressaltar que ambas as linhas compartilham as micro-arquiteturas Intel® e, por isso, processadores com nomenclaturas diferentes são apresentados para os mesmos soquetes.

A vantagem de operarem sobre o mesmo soquete é que a linha Intel® Xeon® poderá operar em plataformas de desktop (no caso de Workstations, por exemplo).

Por ser uma plataforma voltada para uso em servidores, as diferenças mais notórias são:

Processadores Xeon® E5 permitem sistemas bi-processados (processadores a linha Core não permitem paralelismo);
Processadores Xeon® têm suporte a memórias com ECC;
Processadores Xeon® são destinados a ServerBoards, tendo suporte e compatibilidade com os chipsets de servidor;
Processadores Xeon® têm mais sensores térmicos (isso permite que monitorem e se ajustem a um regime mais severo de utilização, uma vez que servidores operam 24x7).
Processadores Xeon® E3 não são suportados sistemas bi-processados;

Além dos aspectos técnicos, o pós-venda também se diferencia, pois a garantia dos processadores Xeon® é tratada de maneira avançada.
Enquanto a linha Core segue o regime de garantia convencional (o processador com defeito é enviado à Intel® e aguarda a troca), já a linha Xeon® possui garantia avançada (uma vez aberto o chamado, a Intel® envia um processador para troca e, somente depois de trocado, é feita a devolução do processador com defeito).

Há, também, distinções na qualificação e certificação de pré-venda:
Empresas especializadas em Servidores e Workstations têm acesso a um programa de qualificação para integração de equipamentos com processadores Xeon®.
Já a linha Core i7, por ser destinada ao uso doméstico, depende apenas da qualificação do integrador; não havendo um conteúdo programático específico para integradores de desktops.

Visite Sinco.net

Intel® 4004 completa 44 anos... E a história do nome Xeon®...

Intel 4004

Lançado em 15 de novembro de 1971, o Intel® 4004 foi o primeiro microprocessador em um chip simples disponível comercialmente.


Apesar de acharmos que a tecnologia lança produtos em uma velocidade impossível de ser acompanhada pelo mercado, a linha do tempo dos processadores Intel® mostra um alinhamento com as necessidades do mercado, lançando novos produtos conforme as necessidades de software evoluíam no ecossistema "PC".

Seu sucessor, o Intel® 8088 levou 10 anos para chegar ao mercado, precisamente em 1981.
Como, à época, a convivência de duas arquiteturas era uma necessidade do mercado de tecnologia, logo em 1982, foram lançados os processadores Intel® 80286 , como legítimos processadores em arquitetura 16bits.

Foram precisos mais 3 anos para que, em 1985, a Intel lançasse os processadores 80386, esses em arquitetura 32bits (novamente uma demanda do crescente mercado de software).
Somente após 4 anos, em 1989, foram lançados os processadores Intel® 80486.

Mais 4 anos se passam e, em março de 1993, a Intel® lança os aclamados processadores Pentium®, até hoje um nome marcante no mercado.

Segmentando uma linha de processadores para Servidores...
Em 1995 a Intel® apresenta uma linha de processadores com foco no mercado de servidores acessíveis, apresentando ao mercado a família Pentium PRO.

Intel Pentium PRO

Para nós, focados no segmento de servidores, esse foi o grande passo da Intel® no sentido de segmentar claramente para o mercado a existência de duas linhas distintas de processadores. Ao mercado de desktops, os processadores Pentium; para o mercado de servidores, o produto indicado seria a família Pentium PRO.

Com a entrada dos processadores Pentium II no mercado, em 1997, a designação PRO deu lugar à designação Xeon quando, em 1998, a Intel lançou os processadores Pentium II Xeon - mais uma vez indicando ao mercado que as famílias destinavam-se a usos diferentes, sendo o Pentium II um processador doméstico e o Pentium II Xeon um processador para uso em servidores.


Pentium II Xeon

Seguindo com a evolução, em 1999 a Intel apresentou seus processadores Pentium III e, no mesmo ano, diferencia a linha de servidores com os processadores Pentium III Xeon.

Pentium III Xeon

A partir do ano 2000 a Intel havia atingido seu objetivo de esclarecer ao mercado a diferenciação das marcas Pentium e Xeon e, nesse ano, lança os processadores Pentium 4 para o segmento doméstico.

Em 2001, para a linha de SERVIDORES, deixa de usar a nomenclatura Pentium (o nome natural seria Pentium 4 Xeon) e adota apenas a marca Xeon para seus processadores corporativos.


Nesse momento - para nós histórico - a Intel® deixa bem clara a diferença entre as duas marcas e, como vemos hoje, as duas famílias ocupam lugares específicos nas aplicações de usuários e empresas.

Os atuais processadores Core seguem como sendo os indicados para desktops, notebooks e workstations domesticas e a marca Xeon caminha ao lado, ocupando seu lugar em servidores e workstations profissionais.


E lá se vão 4 décadas!
Visite Sinco.net

Banda Larga fixa atinge 24,9 milhões de domicílios no segundo trimestre de 2015


O país fechou o segundo trimestre de 2015 com 24,9 milhões de acessos de banda larga fixa (87 mil novas assinaturas em junho), cobrindo 37,68% dos domicílios brasileiros.

A alta se deu principalmente nas tecnologias cabo, fibra, LTE e WiMAX.

Entre as operadoras, ganharam mais clientes o grupo América Móvil (Net Serviços/Claro/Embratel) e a GVT.
O grupo América Movil lidera, com uma fatia de 31.57%, seguido pela Oi, com 25,84%.
A Telefônica recuou para 16,43% do mercado e a GVT avançou para 12,67%.
Agora juntas, Telefônica e GVT ocupariam a terceira posição, com 29,1% de market share.

Pequenos provedores respondem por 8,66% das conexões fixas, aumentando em participação em junho e demonstrando quão importantes são para o segmento de banda larga fixa no Brasil.

VelocidadeDomicílios
0Kbps a 512Kbps1.245
512kbps a 2Mbps7.835
2Mbps a 12 Mbps10.463
12Mbps a 34 Mbps4.318
acima de 34Mbps1.084
Total24.945

Conexões via par de cobre vêm perdendo mercado mas, com 53,29% das instalações, ainda predominam.
Conexões via cabo respondem por 32,19% dos acessos, registrando crescimento.
Ligações por fibras óticas passaram de 4,42% para 4,54% entre os meses de maio e junho.

TecnologiaDomicílios
xDSL13.292
Cable Modem8.029
Spread Spectrum1.485
Fibra1.133
Ethernet312
LTE240
ATM239
FWA83
Satélite65
HFC29
FR21
WiMAX14
MMDS3
Total24.945


Visite Sinco.net

Escolas públicas terão prioridade para obtenção de material de informática apreendido pela Receita Federal

Contrabando de Memórias

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta substitutiva aos PLs 181/11, 212/11 e 2346/11 (já aprovada na Comissão de Educação da Câmara) que prioriza a doação de equipamentos de informática apreendidos pela Receita Federal para instituições de ensino federais, estaduais ou municipais.

Caberia à Receita Federal disponibilizar, via internet, uma lista dos equipamentos apreendidos, onde as escolas públicas teriam 15 dias úteis para manifestarem seu interesse pelos itens. Não havendo demanda das instituições de ensino e passado o prazo de 15 dias úteis, os produtos poderiam ser distribuídos para outras entidades sem fins lucrativos, como as OSCIPs (organizações da sociedade civil de interesse público).
"O ponto alto desse projeto é a transparência para que esse material apreendido e recolhido tenha ampla divulgação, a fim de que esses entes possam postular a obtenção desses materiais, que poderiam até ser incinerados. O que se está priorizando é a educação. Se não houver demanda por parte das entidades públicas, o projeto prevê a abrangência para as Oscips, ou seja, há sempre uma ação comunitária, mas com ordem de prioridade focada fundamentalmente nos entes públicos" - destaca o relator da proposta, deputado Waldir Maranhão (PP-MA).

Engenheiro desenvolve "drone ambulância"

Alex Momont - Drone Ambulância

O engenheiro Alex Momont, aluno da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, desenvolveu um drone-ambulância que, pela eficiência de deslocamento, elevaria os índices de sobrevivência em resgates médicos cardíacos em até 80% dos casos.

Empresa desenvolve "Telha Solar" como solução estética para geração fotovoltaica

Telha Solar

As empresas Area Industrie Ceramiche e REM desenvolveram uma telha especial capaz de substituir os grandes painéis para captação de energia solar.

As fabricantes identificaram que ainda havia resistência de muitos arquitetos com relação à estética dos painéis nos telhados, então, a inovação é que as próprias telhas já são os painéis fotovoltaicos.